Bem, vou falar da minha experiência, que está dando certo, com a graça de Deus!
Colocarei em forma de tópicos como planejei e planejo minhas ações:
- Temos que conhecer as ESF's em que vamos trabalhar e respeitar a forma como a equipe já trabalha, somando nossas idéias, nunca chegando tentando mudar "a cara da equipe"(esta já está ali há mais tempo e conhece seu público alvo);
- Olharmos o público daquela região e se já existem grupos formados (isso vai facilitar nosso trabalho);
- Trabalhar em equipe;
- Estudar a melhor forma de atuar naquela região (se em grupos fixos, em forma de projetos, com audiovisual, com álbuns seriados, com dinâmicas de grupo);
- Conversar com a ESF sobre olhar local adequado, material a ser utilizado, tempo, para que tudo ocorra a contento;
- Trabalhar em rede, fazendo ponte com hospitais, cemed, creas, cras, caps, secretarias municipais, para que o usuário tenha um retorno favorável àquilo que procura, praticando dessa forma, a tão falada intersetorialidade;
- Realizar grupo de discussão com a equipe do NASF em que está inserido e outros profissionais da atenção básica;
- Dar apoio às ESF quanto aos pacientes que não podem se locomover, atendendo de forma clínica especializada, em seus domicílios ou mesmo nos postos de saúde;
- Realizar segundo as necessidades desses pacientes, atendimentos continuados, ou seja, acompanhá-los de perto, dando feedback aos mesmos e às ESF ou CAPS, como é o meu caso específico, na maioria das vezes;
- Estar sempre aberta à novas mudanças, na busca de melhoria na qualidade do serviço, sem esquecer dos princípios básicos do SUS: integralidade, equidade e universalidade.
Abraços à todos e boa sorte!
